A Chainalysis e a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) uniram forças para capacitar as autoridades brasileiras. O foco principal da cooperação é aprimorar a regulação de criptoativos e a fiscalização do setor por meio de treinamentos técnicos e eventos institucionais.

A empresa de análise de dados em blockchain vai dar suporte direto às iniciativas educacionais da associação. O objetivo é preparar os agentes públicos que lidam diretamente com a regulação de criptoativos e o ecossistema de ativos digitais no país.

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Em comunicado, o CEO e cofundador da Chainalysis, Jonathan Levin, destacou a importância estratégica do acordo: “A parceria entre a Chainalysis e a ABcripto em 2026 reflete um alinhamento importante para fortalecer a educação, a capacitação técnica e o diálogo institucional em torno do ecossistema de ativos digitais no Brasil”.

A iniciativa chega em um momento crucial para a regulação de criptoativos, já que as regras do Banco Central estabelecidas no ano passado estão plenamente vigentes. As empresas do setor têm até o dia 30 de outubro para apresentar a documentação necessária e obter as licenças obrigatórias de operação.

Apesar das diretrizes em vigor, o mercado nacional ainda passa por ajustes regulatórios; recentemente, o Banco Central optou por adiar o início do período em que o reporte de operações com stablecoins se torna obrigatório.

Além disso, o Congresso Nacional debate projetos de lei complexos para o setor. O PL das stablecoins gera divergências, pois o BC defendeu em nota técnica que essas moedas pareadas sejam consideradas moedas eletrônicas, distanciando-se do entendimento de parte das empresas, que as veem como ativos virtuais.

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