
O mercado cripto reagiu com otimismo ao anúncio de que a Intercontinental Exchange (ICE), proprietária da New York Stock Exchange (NYSE), está investindo na trade[XYZ] para desenvolver um ambiente regulado nos EUA voltado a contratos futuros da Hyperliquid.
A movimentação impulsionou o token nativo da Hyperliquid, que disparou cerca de 7%. O acordo visa viabilizar operações que hoje são vetadas a residentes americanos, abrindo portas para um ecossistema que já ultrapassou US$ 650 bilhões em volume negociado.
“Boa parte do mundo negocia esses ativos. Até agora, os americanos só podiam assistir”, pontuou a equipe, reforçando a barreira geográfica atual. A proposta prevê a oferta de ações, índices, commodities e criptoativos por meio de corretoras, aguardando o aval da CFTC (reguladora de derivativos dos EUA). O veterano gestor Stan Druckenmiller também se uniu ao projeto.
O impacto regulatório e os desafios futuros da Hyperliquid
Analistas observam a sustentabilidade do rally com cautela. Em setembro, notícias de futuros da Hyperliquid para americanos via Bitnomial fizeram o token saltar de US$ 78 para um recorde de US$ 97,96, mas o ganho recuou nas semanas seguintes.
Ainda não foi esclarecido se o novo ambiente americano adotará as regras offshore, como o staking de 500.000 tokens e o pagamento de taxas de protocolo.
Além disso, a trade[XYZ] lida com o histórico de um incidente em julho, quando um erro de preço em Seul derrubou os futuros da SK Hynix em 17,9% e gerou US$ 57 milhões em liquidações, com a empresa arcando com os prejuízos.









