O cenário mudou e o amadurecimento chegou. Um novo relatório da CoinShares, aponta que o investimento institucional em cripto não é mais tratado como uma “aposta”, mas sim como uma estratégia séria de carteira.
Cerca de 63% dos gestores de fundos — que juntos controlam impressionantes US$ 1,3 trilhão em ativos, citam a diversificação e a demanda direta de seus clientes como os principais motores para manter ativos digitais hoje.
Para se ter uma ideia da guinada no mercado, há apenas dois anos o motivo principal era a pura especulação. Agora, esse fator despencou para apenas 15%, mostrando que o investimento institucional em cripto está cada vez mais baseado em fundamentos e menos em hype.
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O Bitcoin (BTC) continua no topo das preferências de crescimento, mas o interesse está se diversificando. O sentimento dos grandes investidores agora gira também em direção ao Ethereum (ETH) e à Solana (SOL).
Além das gigantes, o investimento institucional em cripto está migrando para protocolos de Finanças Descentralizadas (DeFi), como a Aave, e redes emergentes como a Sui. Enquanto isso, projetos veteranos como Cardano (ADA) e Polkadot (DOT) acabaram perdendo espaço nos portfólios.
Mesmo com todo esse interesse, a alocação mediana nas carteiras ainda é cautelosa, cravada em 1%. O que impede um salto maior? Curiosamente, o maior obstáculo hoje não é a regulação, e sim as restrições internas e sistemas legados das próprias corporações.
“Hoje, a diversificação e a demanda dos clientes representam 63% da lógica de alocação”, afirmou James Butterfill, chefe de pesquisa da CoinShares, reforçando que o investimento institucional em cripto agora é guiado pela busca por equilíbrio financeiro.
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