O clima esquentou de vez entre o projeto de DeFi apoiado por Donald Trump, World Liberty Financial, e o polêmico fundador da rede TRON, Justin Sun. O protocolo acaba de entrar com um processo de difamação contra Sun na Flórida.
A acusação é pesada: a World Liberty Financial alega que Sun espalhou mentiras para seus milhões de seguidores após um desentendimento contratual. Além disso, o processo cita vendas a descoberto e compras irregulares (as chamadas “straw purchases”) de tokens WLFI.
Segundo os documentos registrados em Miami, Justin Sun teria agido com “desprezo imprudente pela verdade”. O objetivo seria manchar a reputação do projeto para favorecer seus próprios interesses financeiros, prejudicando a comunidade.
Justin Sun acusa World Liberty Financial, de Trump, por ameaça e extorsão
Do apoio às críticas: a reviravolta de Justin Sun
Curiosamente, Justin Sun já foi um defensor ferrenho da World Liberty Financial. No entanto, a relação azedou de vez quando o projeto decidiu congelar cerca de 540 milhões de tokens WLFI do empresário, alegando movimentações suspeitas.
O estopim foi uma transferência de US$ 9 milhões para corretoras no ano passado. Enquanto Sun afirma que as transações eram apenas “testes de rotina”, a World Liberty Financial viu a atividade como um sinal de alerta e colocou a carteira dele em uma ‘lista negra’.
No meio desse tiroteio jurídico, o token WLFI mostrou fôlego. Após bater mínimas históricas na última semana devido a polêmicas de governança, o ativo reagiu positivamente e subiu para a casa dos US$ 0,061 nesta manhã, logo após a notícia do novo processo vir à tona.
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