Como a blockchain na arte permite que você seja dono de uma fração de um Van Gogh

Como a blockchain na arte permite que você seja dono de uma fração de um Van Gogh

O mercado tradicional de obras valiosas sempre foi restrito e marcado por altas taxas de intermediação, mas a aplicação da tecnologia blockchain na arte está transformando esse cenário ao permitir a compra de frações de pinturas famosas.

Plataformas como o Codex Protocol criam registros digitais descentralizados para autenticar itens colecionáveis e relógios de luxo. Isso facilita a transferência de propriedade e viabiliza o uso de criptoativos para pagamentos em grandes leilões tradicionais.

Já a DADA.nyc foca em uma galeria online onde criadores recebem royalties automáticos a cada revenda no mercado secundário. Conforme afirmou Yehudit Mam, cofundadora da DADA: “O mundo da arte, como o conhecemos, se encurralou em um canto de exclusividade que tornou a arte inacessível, cara e irrelevante para a grande maioria das pessoas. A blockchain pode mudar e mudará as coisas.”

A nova fase dos NFTs passa pelo mercado de luxo

O impacto definitivo da tecnologia blockchain na arte e fotografia

No ambiente de negociações globais, a R.A.R.E. opera um marketplace digital com lances em tempo real utilizando Ethereum ou tokens nativos. A plataforma utiliza provas de propriedade criptográficas para combater o plágio e a pirataria digital de obras de arte.

Expandindo essa segurança da blockchain na arte para o universo da fotografia, a Image Protect monitora a internet com ferramentas próprias para rastrear o uso não autorizado de imagens de seu banco de dados, que já conta com 55 milhões de arquivos e 450 mil profissionais cadastrados.

Em vez de apenas derrubar o conteúdo pirata, a empresa age em nome dos fotógrafos para converter essas exibições não licenciadas em páginas monetizadas, gerando receita direta para os criadores. Essa movimentação consolida a blockchain no mercado de arte como uma engrenagem de inclusão financeira e proteção intelectual para o mercado global.

Terrenos no Metaverso: da Euforia às Cidades Fantasmas