O avanço da inteligência artificial traz novos debates sobre a segurança do Bitcoin, mas o foco do perigo real pode estar onde menos se espera, longe da criptografia principal.
Changpeng Zhao, o CZ, afirmou em publicação recente que a tecnologia criptográfica da rede não é o elo fraco. Para ele, sistemas legados e bancos enfrentam riscos maiores com o avanço tecnológico do que o ecossistema cripto.
Em vez de quebrar códigos matemáticos complexos, a segurança do Bitcoin é desafiada por golpes mais sofisticados de phishing. Criminosos combinam dados vazados com mensagens criadas por inteligência artificial para enganar usuários.
A perspectiva contrasta com o alerta feito pelo pesquisador da Ethereum Justin Drake, que sugeriu que a indústria se prepare para cenários extremos em que a matemática de carteiras seja comprometida. Contudo, nenhuma investida prática foi registrada até o momento.
Mudanças na segurança do Bitcoin diante de bugs descobertos por IA
Para acompanhar as transformações digitais e proteger a segurança do Bitcoin contra novas ameaças, o grupo Bitcoin Core adotou uma nova política de divulgação de falhas de software.
O desenvolvedor Antoine Poinsot comunicou que os grandes modelos de linguagem agora tornam algumas vulnerabilidades fáceis de redescobrir, tornando os longos períodos de sigilo ineficazes para os usuários.
Com as novas diretrizes, falhas simples de localizar receberão correções imediatas em todas as versões ativas, fortalecendo a segurança do Bitcoin diante do ritmo acelerado ditado pela tecnologia moderna.








