A empresa brasileira OranjeBTC aproveitou a recente vitória de 3 a 0 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo para expandir seu caixa. A companhia adicionou mais 18 unidades de Bitcoin ao seu balanço, desembolsando cerca de US$ 1,15 milhão.
Essa movimentação consolida a instituição como a dona da maior tesouraria corporativa pública de ativos digitais da América Latina. Com a nova aquisição, o montante total sob custódia atingiu a marca de 3.822 BTC.
Segundo dados reportados pela OranjeBTC, o preço médio pago pelas moedas ficou na faixa de US$ 64.121. O rendimento bruto obtido com a estratégia foi de 0,47% na semana, acumulando 10,49% no segundo trimestre e 10,70% no consolidado de 2026.
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Desse total, três ativos foram adquiridos por meio do BitCopa, um programa que vincula a compra de criptoativos ao desempenho da Seleção no torneio. Como o Brasil balançou as redes três vezes na última sexta-feira, o gatilho de compra foi acionado automaticamente.
Os outros 15 ativos integraram o plano geral da OranjeBTC, que é focado no crescimento constante de longo prazo; o foco dessa abordagem regulada é aumentar de forma consistente a quantidade de frações financeiras que lastreiam cada papel emitido no mercado.
Listada na bolsa de valores brasileira sob o código OBTC3, a OranjeBTC utiliza emissões de capital, compras diretas e recompras de ações para otimizar seus indicadores. A meta principal permanece o fortalecimento do patrimônio digital por cota de investidor.
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