A Solana registrou um marco histórico no setor de tokenização, concentrando quase 99% das negociações de ações tokenizadas em corretoras descentralizadas (DEXs) no dia 20 de junho. A movimentação diária superou os US$ 200 milhões, estabelecendo um novo recorde para a rede.
Apesar do avanço operacional expressivo, o desempenho de mercado do ativo mostra um cenário de forte divergência. A criptomoeda SOL da Solana opera cotada a US$ 73,86, acumulando uma desvalorização de 45% nos últimos doze meses e enfrentando dificuldades para retomar os patamares mais altos.
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Próximos alvos para a Solana
Enquanto concorrentes como Ethereum, Base e BNB Chain capturaram apenas uma fração do mercado de ações tokenizadas, a velocidade da rede atraiu a maior parte dos fluxos financeiros. O volume diário saltou da média habitual de US$ 20 milhões a US$ 60 milhões para expressivos US$ 220 milhões.
Por outro lado, os dados de uso da rede exigem cautela dos investidores; o número de endereços ativos diários, que chegou a atingir a marca de 5,5 milhões no início de fevereiro, recuou para cerca de 2,55 milhões, sinalizando que a alta no volume financeiro está concentrada em poucos participantes.
No gráfico mensal, o Índice de Força Relativa (RSI) atingiu o nível mais baixo de sua história, registrando 41,84 pontos, esse indicador aponta para um recuo severo na força do movimento, retestando uma zona de preço observada anteriormente em dezembro de 2023.
No curto prazo, a tendência aponta para um teste definitivo na região dos US$ 80. Caso a Solana consiga superar essa barreira, o caminho fica livre para buscar a resistência psicológica de US$ 100. Caso contrário, o preço pode recuar novamente em direção ao suporte anterior de US$ 60.
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