Se você acha que investir em memecoins recém-lançadas é estratégia, talvez precise rever seus conceitos. Nom, um dos principais contribuidores da BONK, soltou o verbo durante o evento Consensus Miami.
Segundo ele, as chances de lucrar com uma nova memecoin são basicamente as mesmas de acertar uma “aposta combinada” de sete jogos. Ou seja: as probabilidades estão fortemente contra o investidor comum.
O especialista argumentou que a maioria dos projetos carece de fôlego para encarar o mundo real. Sem listagens em grandes corretoras ou conformidade regulatória, esses tokens acabam apenas “depenando” o varejo.
Para Nom, o que separa um projeto sério de um golpe é a transição para estruturas de empresas públicas e ETFs. Ele aponta que o mercado criou sistemas muito bons em gerar tráfego falso, que some na semana seguinte.
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A estratégia da BONK e o futuro das criptos
Diferente da maioria, a BONK tem buscado pontes com o mercado tradicional: a Bonk Holdings (BNKK), listada na Nasdaq, já detém cerca de 2,7% do suprimento do token e quer chegar a US$ 115 milhões em custódia até o fim de 2026.
Além disso, já existe um pedido de ETF alavancado de BONK nos EUA. Esse movimento tenta provar que o token nasceu para unir a comunidade da Solana em um momento de crise, e não apenas para o lucro rápido de fundadores.
Para quem busca a próxima “joia”, Nom deixou uma pista: ele acredita que as comunidades mais fortes surgem onde ninguém está olhando. Atualmente, ele observa com atenção a rede TON e projetos integrados ao Telegram.
O sucesso da tese de Nom será testado até o fim do ano. Os olhos do mercado estão voltados para a aprovação do ETF pela SEC e se as metas de tesouraria da BNKK serão batidas, validando a memecoin além do hype.
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