IA na gestão de patrimônio: BlackRock aponta que 68% dos consultores adotam a tecnologia, mas metade ainda trava em pilotos

IA na gestão de patrimônio: BlackRock aponta que 68% dos consultores adotam a tecnologia, mas metade ainda trava em pilotos

A tecnologia avança rápido, e um novo relatório da BlackRock mostra que a inteligência artificial já faz parte da rotina de 68% das empresas de gestão de patrimônio. Os dados, obtidos por meio de uma pesquisa da Fidelity realizada em 2025, apontam um crescimento acelerado no setor.

Apesar do número expressivo, metade dessas firmas ainda está na fase de testes primários, isso significa que, embora o interesse na inteligência artificial seja real, a implementação completa em várias frentes do negócio ainda é minoria.

Os profissionais utilizam a ferramenta principalmente para automatizar burocracias diárias, melhorar o atendimento a clientes de alta renda (como no planejamento sucessório) e otimizar a captação de novos investidores por meio de sistemas de marketing baseados em dados.

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A própria BlackRock adicionou recursos de IA generativa em seu sistema Aladdin, criando ferramentas como o Aladdin Copilot e o Auto Commentary. A instituição financeira Morgan Stanley foi uma das primeiras a adotar essas novidades ainda em 2025.

Além disso, a gigante do mercado financeiro lançou fundos de índice (ETFs) temáticos focados em inovação tecnológica e infraestrutura de dados. Um detalhe curioso é que o relatório não mencionou ativos digitais ou criptomoedas, separando totalmente os dois mercados, apesar do sucesso do ETF de Bitcoin à vista da própria gestora.

Para os investidores, essa transição indica que a capacidade de adotar a inteligência artificial de forma eficiente virou um critério de avaliação vital, operando lado a lado com taxas tradicionais e volume de ativos sob gestão.

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