Atenção, investidor! Se você negocia criptomoedas, prepare-se para uma grande reviravolta. A Bybit anunciou uma reestruturação total para os usuários da exchange no Brasil, o que vai restringir diversos produtos populares, como derivativos e alavancagem, a partir de junho.
Essa mudança é uma resposta direta ao avanço do marco regulatório para prestadoras de serviços de ativos virtuais (VASPs) no país. Para ficar totalmente dentro da lei, a empresa vai mover as contas para uma entidade nacional, eliminando ferramentas que não se encaixam nas normas brasileiras.
Na prática, se você utiliza contratos perpétuos, copy trading, empréstimos cripto ou operações com margem, temos más notícias. Esses serviços deixarão de funcionar para quem mora aqui. Até as movimentações com moedas tradicionais mudam: apenas o real (BRL) será aceito.
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Cronograma das restrições e o que você deve fazer
Nem tudo está perdido para os clientes da Bybit no Brasil. O mercado à vista (spot trading), o staking e alguns robôs de negociação automatizados continuarão ativos normalmente após toda essa transição regulatória.
Fique muito atento aos prazos para não perder dinheiro: o processo começa em 25 de junho de 2026, quando a verificação de identidade (KYC) de Nível 2 vira obrigatória. Em 20 de julho, as contas desalinhadas entram em modo apenas de fechamento de ordens.
O bicho pega mesmo em 21 de setembro de 2026: qualquer posição aberta em produtos proibidos que não tiver sido fechada será liquidada à força pelo preço de mercado. Finalmente, em 24 de setembro, ocorre a migração definitiva da plataforma da Bybit no Brasil.
Para evitar dores de cabeça com as novas regras da Bybit no Brasil, os usuários precisam atualizar o cadastro e enviar documentos nacionais como RG ou CNH, já que passaportes não serão mais aceitos para comprovar a residência.
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