
O hashrate do Bitcoin recuperou fôlego e voltou a patamares superiores a 1 zettahash por segundo (ZH/s), marca não vista nos últimos oito meses. Com a criptomoeda cotada próxima aos US$ 80.000, o indicador atingiu 1,08 ZH/s em 25 de outubro de 2026.
Essa retomada ganha destaque enquanto diversas empresas tradicionais de mineração redirecionam seus investimentos e equipamentos para a inteligência artificial e a computação de alto desempenho.
Apesar dessa migração corporativa, operações menores e novos hardwares mais eficientes têm sustentado a robustez da rede. Aparelhos recentes já operam abaixo de 10 J/TH, reduzindo despesas significativas com eletricidade.
Desafios financeiros e o hashrate do Bitcoin
Contudo, o crescimento do hashrate do Bitcoin não se traduz em receita garantida para todos os participantes. O preço de hash caiu para US$ 35,91 por petahash diário, pressionando as margens operacionais do setor.
A dificuldade da rede também aumentou em 5,92% no ajuste recente, e uma nova alteração é esperada para o final de outubro, exigindo mais capacidade computacional dos mineradores.
Operadores de pequeno porte enfrentam cenários mais complexos para manter a competitividade, enquanto o mercado aguarda os próximos reflexos econômicos e técnicos na atividade.









