O mês de setembro de 2026 marcou um avanço histórico para a tokenização na Solana. O fornecimento de ações convertidas em tokens na rede atingiu um recorde de US$ 780,5 milhões. O número de investidores detentores desses ativos de forma on-chain também ultrapassou a marca inédita de 1 milhão.
Grandes corporações e plataformas aceleraram sua integração com a rede. A varejista SHEIN estreou na bolsa de Hong Kong e, no mesmo dia, sua ação já estava disponível na blockchain. Em paralelo, a corretora Kraken lançou um produto que permite aos usuários gerar rendimentos depositando versões digitais de ações da Nvidia e fundos de índice.
No campo regulatório, a SEC dos Estados Unidos aprovou uma isenção temporária de cinco anos para locais de negociação de valores mobiliários tokenizados. Essa decisão cria um caminho legal para que certas ações americanas operem por meio de formadores de mercado automatizados sem as restrições de uma bolsa tradicional.
O impacto de Wall Street na tokenização na Solana
A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) anunciou uma parceria para explorar a negociação global de ações e ETFs americanos de forma contínua. A iniciativa planeja utilizar o ambiente digital para oferecer acesso a mercados que funcionam 24 horas por dia, todos os dias do ano.
O volume de negociações acompanhou a forte expansão da tokenização na Solana em diversas frentes. A plataforma Raydium ultrapassou US$ 6 bilhões em volume acumulado com esses ativos. No mesmo mês, a rede superou a Robinhood e assumiu a liderança no volume semanal de negociação à vista de commodities tokenizadas.
Para estruturar esse crescimento junto às instituições, a Metaplex apresentou um novo padrão focado em ativos do mundo real (RWA). A ferramenta oferece controles rigorosos de jurisdição, restrições de transferência e verificação de carteiras, alinhando a infraestrutura blockchain às exigências legais do setor financeiro.








