O sonho de ver a Shiba Inu cotada a 1 dólar sofreu um duro choque de realidade. O estrategista macroeconômico Michael Gayed criticou duramente as projeções otimistas sobre a memecoin, destacando os limites matemáticos que impedem essa valorização astronômica.
A discussão começou após a empresa de análise TXMC lembrar que, para a Shiba Inu atingir a marca de US$ 1, sua capitalização de mercado precisaria superar toda a oferta monetária global de dólares. Gayed respondeu de forma incisiva, ironizando abertamente o potencial de alta do ativo.
A crise de liquidez e o futuro da Shiba Inu
Para o especialista, a desvalorização recente das criptomoedas reflete um cenário macroeconômico complexo; ele aponta que o mercado vive a segunda fase de uma crise global de liquidez, impulsionada pela retirada de crédito barato por parte dos bancos centrais.
Esse movimento de retração macroeconômica provoca a reversão do carry trade, levando grandes investidores a liquidar posições especulativas de forma imediata. Segundo a análise de Gayed, os títulos de renda fixa foram os primeiros afetados, seguidos pelos criptoativos, e as ações devem ser as próximas da fila.
Nem o Bitcoin escapou das avaliações do estrategista, que afirmou que a principal criptomoeda falhou em seu papel de ativo de proteção contra volatilidades. Em junho de 2026, a Shiba Inu mantém sua trajetória de queda, negociada com cinco zeros após a vírgula, evidenciando a forte dependência de fluxo especulativo para sustentar seu valor de mercado.




