Queda a caminho do fim? 3 sinais que a pressão de venda do bitcoin está perdendo força

Queda a caminho do fim? 3 sinais que a pressão de venda do bitcoin está perdendo força

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por Redação

O mercado de criptomoedas opera em leve baixa, mas dados recentes apontam que a pressão de venda do Bitcoin pode estar perto de acabar. Mesmo com a desvalorização recente, grandes investidores e traders de derivativos dão sinais de exaustão.

Na última semana, o ativo registrou uma queda de 3,6%, pressionado por fatores macroeconômicos globais. No entanto, três indicadores sugerem que o pior momento da distribuição de moedas já ficou para trás.

O primeiro sinal vem dos investidores de longo prazo. Segundo o analista Darkfost, essa categoria realizou movimentos históricos de realização de lucros nos últimos meses, mas o ritmo caiu drasticamente.

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O impacto dos derivativos na pressão de venda do Bitcoin

A média de moedas movimentadas por carteiras antigas recuou para 962 BTC, o menor patamar desde novembro de 2024, o que diminui a pressão de venda do Bitcoin vinda desse grupo tradicional, que agora prefere reter o ativo perto do preço de custo de US$ 63.200.

O segundo fator de alívio está no mercado de derivativos; dados da CryptoQuant revelam que os contratos em aberto (Open Interest) despencaram de US$ 25,96 bilhões em 1º de junho para US$ 20,89 bilhões em 21 de junho.

Essa retração de 19,5% superou a própria queda de 11,4% no preço do ativo no mesmo período. Essa divergência demonstra o fechamento de posições alavancadas, reduzindo o risco de liquidações em cascata. Para o analista Woominkyu, o cenário indica que a pressão de venda do bitcoin por liquidações forçadas diminuiu, deixando a estrutura do mercado consideravelmente mais limpa e saudável.

Por fim, o terceiro sinal envolve os fundos negociados em bolsa (ETFs) spot nos Estados Unidos. Embora tenham registrado a sexta semana consecutiva de saídas, o ritmo dos resgates diminuiu de forma expressiva.

Os dados da SoSo Value apontam que os saques semanais caíram de US$ 1,72 bilhão no início de junho para US$ 315,84 milhões no dia 12, recuando ainda mais para US$ 226,84 milhões na semana encerrada em 18 de junho.

Embora uma recuperação sustentável ainda dependa do retorno dos fluxos positivos e de suporte macroeconômico, os indicadores técnicos mostram que a força vendedora está perdendo o fôlego.

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