A batalha de US$ 88 que definirá o futuro do preço da Solana nos próximos dias

A batalha de US$ 88 que definirá o futuro do preço da Solana nos próximos dias

Imagem de perfil de Redação

por Redação

O mercado de criptomoedas está em alerta com a movimentação recente do preço da Solana. Atualmente negociada na casa dos US$ 91,22, a SOL desenhou um padrão técnico de “topo duplo” que pode projetar uma correção severa de 21% caso o suporte principal seja perdido.

Apesar do gráfico assustar, os dados de rede (on-chain) mostram uma realidade diferente. Enquanto os ursos tentam empurrar o ativo para baixo, uma “muralha” de compradores está se formando, disposta a defender o preço da Solana em níveis estratégicos de custo.

Um dado impressionante reforça essa tese: as saídas de SOL das corretoras (exchanges) dispararam 356% desde o início de maio. Só no dia 13 de maio, mais de 2,2 milhões de unidades de SOL foram retiradas dessas plataformas para carteiras privadas.

Solana 100x mais rápida? Entenda o impacto do Alpenglow na rede

Os níveis decisivos para a Solana

Esse movimento indica acumulação. Quando os investidores tiram suas moedas das corretoras, a pressão de venda imediata diminui, o que pode frear a queda do preço mesmo com o gráfico técnico indicando pessimismo.

Para que a queda de 21% se concretize, o preço da Solana precisaria romper a marca de US$ 76,66. No entanto, o caminho até lá está congestionado. Existem grandes aglomerados de compra entre US$ 85 e US$ 89, onde milhões de moedas foram adquiridas anteriormente.

Analistas apontam que a região das médias móveis de 20 e 50 dias (entre US$ 88 e US$ 89) funciona como a primeira linha de frente. Se o preço fechar o dia acima desse patamar, a tese de queda perde força e o otimismo pode retornar.

Para invalidar completamente o cenário de baixa, a Solana precisa reconquistar os US$ 93,25. Caso consiga ultrapassar o topo anterior de US$ 98,37, o caminho fica livre para novas altas, deixando para trás o medo de uma correção profunda.

Blockchain permissionada: como funcionam as redes privadas, públicas e híbridas