A polícia da Coreia do Sul desarticulou um grupo acusado de lavagem de dinheiro com USDT para uma organização criminosa baseada no Camboja. Segundo uma reportagem da Newsis, a divisão de investigação criminal da Agência de Polícia Metropolitana de Seul informou a prisão de 23 suspeitos, mantendo dois líderes sob custódia temporária.
O grupo utilizava corretoras nacionais e internacionais para ocultar fundos de origem ilícita. Entre fevereiro de 2024 e abril de 2025, os criminosos movimentaram cerca de 16,8 bilhões de woas (aproximadamente US$ 11,1 milhões) por meio do esquema de lavagem de dinheiro com stablecoins.
Hacks de criptomoedas: segundo trimestre de 2026 bate recorde histórico
O cerco da Coreia do Sul contra fraudes financeiras com stablecoins
As investigações da polícia da Coreia do Sul apontam que a rede criminosa utilizou mais de 11.300 contas bancárias e de exchanges. Esses canais serviram para escoar cerca de US$ 17 milhões roubados em 265 casos diferentes de phishing e falsas promessas de investimentos.
Até o momento, as autoridades sul-coreanas conseguiram apreender 650 milhões de woas (cerca de US$ 430 mil) em bens dos suspeitos. Contudo, o principal chefe da organização internacional continua foragido e já está na lista de Difusão Vermelha da Interpol.
Além do núcleo principal, a polícia local prendeu outras 33 pessoas acusadas de oferecer serviços ilegais de câmbio para turistas e conhecidos, facilitando a lavagem de dinheiro sob o pretexto de transações cotidianas.
O xeque-mate nos hacks: a verificação formal é a nova linha de defesa da Web3





