O preço do Bitcoin voltou a agitar o mercado após retomar brevemente o patamar de US$ 81 mil. Após um período de consolidação acima dos US$ 72 mil, a maior criptomoeda do mundo agora encara um teste de fogo em uma zona de resistência técnica fundamental.
O grande desafio para a valorização do preço do Bitcoin está na faixa entre US$ 83.000 e US$ 85.000. Especialistas apontam que essa região é o último grande obstáculo antes de o ativo buscar novos horizontes.
Se o mercado não conseguir sustentar esse fôlego, o foco volta para as zonas de suporte em US$ 75.000 e US$ 73.000. Abaixo disso, a média móvel de 100 dias, próxima aos US$ 72.000, serve como a principal rede de segurança para os investidores.
O “relógio” do Bitcoin: como os mercados globais influenciam os movimentos do BTC
Indicadores apontam força na tendência e menor pressão de venda
Caso ocorra o rompimento da média móvel de 200 dias, o caminho fica livre para alvos em US$ 89.000 e US$ 94.000. A partir daí, o mercado deve testar a força psicológica da barreira histórica dos US$ 100.000.
Um dos sinais mais aguardados, o cruzamento do MACD semanal, disparou um alerta de alta recentemente. Historicamente, esse indicador antecipou ralis poderosos, como os saltos de 147% em 2023 e 75% em 2024, reforçando o otimismo sobre o preço do Bitcoin.
Além dos gráficos, o comportamento dos mineradores traz um alívio para os touros. O Índice de Posição dos Mineradores (MPI) segue abaixo de zero, o que indica que quem produz a moeda não está vendendo de forma agressiva no momento.
Mesmo com o registro de US$ 207 milhões em lucros realizados quando o ativo passou de US$ 80 mil, a demanda seguiu firme. Isso mostra que novos compradores estão absorvendo as vendas de quem decidiu realizar lucro na subida.
Para confirmar o cenário otimista, o mercado observa agora o fechamento semanal. Se o preço do Bitcoin se mantiver acima de US$ 81.000, a estrutura para buscar os US$ 89.000 — e eventualmente os seis dígitos — ganha uma base muito mais sólida.




