As carteiras de criptomoedas estão deixando de ser apenas locais de armazenamento para se transformarem em verdadeiros hubs de finanças descentralizadas (DeFi). Ferramentas como Phantom, MetaMask e Jupiter agora integram negociações, empréstimos e pagamentos diretamente em seus aplicativos.

A MetaMask lançou recentemente sua conta de dinheiro na rede Monad, oferecendo rendimentos variáveis de até 4% ao ano em stablecoins por meio de plataformas parceiras. Já a Phantom cobra uma taxa de 0,85% na maioria dos swaps e integrou a equipe de segurança da Blowfish.

No ecossistema Solana, a Jupiter aposta na ferramenta Auto-Earn para direcionar saldos de stablecoins a vaults de empréstimo. Suas taxas de negociação variam de 0% a 0,5%, contando com o roteamento Ultra para proteção contra ataques de ordenação de transações.

A evolução das carteiras de criptomoedas em serviços financeiros

Essas carteiras de criptomoedas também ganharam recursos gasless, que deduzem custos de rede diretamente do token trocado quando falta o ativo nativo. Além disso, inovações recentes incluem carteiras operadas por inteligência artificial com limites rígidos de gastos definidos pelos usuários.

No cenário regulatório, provedores buscam diretrizes claras junto à CFTC para softwares descentralizados. Enquanto isso, a receita americana lembra que trocas entre criptoativos exigem declaração de ganhos de capital, diferindo de meras transferências entre carteiras próprias.

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Luíza Nunes
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