A Solana assumiu pela primeira vez a liderança no volume semanal de negociação à vista de commodities tokenizadas, superando a Robinhood no período entre 21 e 27 de setembro.

A rede movimentou US$ 91,1 milhões em commodities tokenizadas na semana, o equivalente a 28% de todo o volume registrado entre as redes acompanhadas. A Robinhood ficou em seguida, com US$ 81,3 milhões e uma fatia de 25%.

A mudança representa uma expansão relevante para a Solana. Em apenas quatro semanas, a participação da rede nesse mercado passou de 5% para 28%.

No conjunto de todas as redes, o volume semanal de negociação à vista de commodities tokenizadas chegou a aproximadamente US$ 322,7 milhões.

Solana ganha espaço com tokens de ouro

O crescimento da Solana acompanha o aumento da oferta de commodities tokenizadas na própria rede. O valor chegou ao recorde de US$ 50,5 milhões em 25 de agosto e atualmente está em cerca de US$ 45,6 milhões.

O ouro ainda concentra a maior parte desse mercado. O PAXG, da Paxos, lidera com US$ 10,89 milhões em oferta circulante. Na sequência aparecem o GLDx, da xStocks, com US$ 10,12 milhões; o XAUT0, da Tether, com US$ 8,98 milhões; o XAUM, da Matrixdock, com US$ 6,71 milhões; e o GOLD, da Oro, com US$ 2,46 milhões.

Os dados indicam que os tokens lastreados em ouro continuam dominando a oferta de commodities tokenizadas na rede, embora o mercado já comece a se ampliar para outros ativos.

Além das commodities tokenizadas, a Solana também voltou ao primeiro lugar em volume semanal de negociação à vista em DEXs. A Robinhood havia ocupado a liderança temporariamente três semanas antes.

Na semana passada, a participação da Solana no volume semanal de DEXs à vista chegou a 39%, depois de avançar em cada uma das semanas seguintes.

O desempenho também aparece no mercado de memecoins. A fatia da Solana no volume semanal de DEXs desse segmento subiu de 51%, três semanas atrás, para 80% na última semana, o maior nível registrado pela rede em quatro semanas. No mesmo período, a participação da Robinhood caiu para 13%.

Compartilhe esta notícia
Luíza Nunes
Escrito por

Luíza Nunes