A poucas horas da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, a condição física de Neymar levanta dúvidas no mercado, resgatando também o histórico de seu investimento em NFTs. O atacante de 34 anos tenta se recuperar a tempo de enfrentar o Marrocos neste sábado (13).
Uma lesão de grau 2 na panturrilha, diagnosticada em 27 de maio, afastou o jogador dos treinos coletivos em Nova Jersey. O técnico Carlo Ancelotti submeteu o atleta a exames físicos nos dias 8 e 9 de junho para avaliar sua transição ao gramado.
O prazo típico de recuperação para este tipo de estiramento é de duas a três semanas. O cronograma apertado tirou Neymar do último amistoso preparatório contra o Egito e gerou incertezas táticas na seleção brasileira.
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Enquanto o país aguarda a definição médica, analistas relembram o revés financeiro do craque fora de campo. Em janeiro de 2022, Neymar aportou cerca de US$ 1,12 milhão na compra de dois ativos da coleção Bored Ape Yacht Club (BAYC).
Desde então, o valor desses tokens registrou quedas severas, acompanhando o ciclo de baixa do setor de criptoativos. O declínio reforça que o investimento em NFTs baseado puramente no endosso de figuras públicas carrega riscos elevados de liquidez e volatilidade.
Diferente de ativos tradicionais, a associação de uma celebridade garante visibilidade instantânea, mas não sustenta o valor fundamental de um ativo digital a longo prazo. A ausência do craque na estreia não gerou oscilações nos preços dos Bored Apes, provando o descolamento entre a imagem do dono e a dinâmica do mercado.
O caso do atacante brasileiro serve como um lembrete pragmático para o investidor de varejo. O sucesso de um investimento em NFTs depende de utilidade real e fundamentos de mercado, e não do tamanho do patrimônio de quem os promove.
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