China proíbe promoção de criptomoedas e endurece guerra econômica contra os EUA

China proíbe promoção de criptomoedas e endurece guerra econômica contra os EUA

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por Redação

O governo de Pequim disparou um novo alerta global ao apertar o cerco contra ativos digitais e tecnologia estrangeira. Através de um novo conjunto de regras, a China proíbe promoção de criptomoedas em canais digitais, mirando diretamente influenciadores e o marketing de afiliados do mercado cripto chinês.

As novas diretrizes, finalizadas pelo banco central chinês e outras sete autoridades reguladoras, classificam explicitamente a emissão e a troca de ativos digitais como atividades financeiras ilegais. A medida expande o banimento de 2021, focando agora na comunicação.

Com a implementação desta norma, a China proíbe promoção de criptomoedas por meio de anúncios online e conteúdos de redes sociais. A responsabilidade por facilitar essas promoções recairá sobre plataformas, agências e criadores de conteúdo a partir de 30 de setembro.

Pequim também está agindo para blindar seu setor de Inteligência Artificial (IA). O governo planeja exigir aprovação prévia para investimentos americanos em startups locais, como Moonshot AI e StepFun, visando garantir soberania tecnológica e segurança nacional.

Além das criptos: IA e sanções de petróleo no radar

Enquanto a China proíbe promoção de criptomoedas, o país celebra avanços na autonomia de hardware. A DeepSeek lançou seu modelo V4, otimizado para chips da Huawei, reduzindo custos em 73% e diminuindo a dependência de semicondutores dos EUA.

No campo energético, a tensão escalou após Washington aplicar sanções contra a refinaria chinesa Hengli Petrochemical. A acusação é de compra de petróleo iraniano, o que Pequim classifica como “sanções unilaterais ilegais” e politização do comércio.

O cenário reforça a divisão entre as duas potências, mesmo com o mercado global observando cada movimento, as regras que confirmam que a China proíbe promoção de criptomoedas sinalizam que o controle estatal sobre o fluxo de capital e informação é a prioridade absoluta de Pequim.