5 altcoins testam a sustentabilidade dos seus rompimentos diante de um setembro repleto de catalisadores

5 altcoins testam a sustentabilidade dos seus rompimentos diante de um setembro repleto de catalisadores

O mercado de criptomoedas encerrou o mês com movimentações relevantes, e cinco projetos se destacaram em meio a rompimentos de preço. Agora, os investidores direcionam o foco para o calendário, que definirá os rumos dessas altcoins em setembro.

O Zcash (ZEC) iniciou seu movimento de alta três dias antes do lançamento do seu ETF à vista. O produto da Grayscale estreou na NYSE Arca em 25 de agosto com US$ 14,8 milhões em volume de negociação. O token superou a marca de US$ 750 e aguarda o fechamento da votação da atualização NU7 em 14 de setembro.

O Monero (XMR) avançou 26,5% em sete dias após a THORChain habilitar swaps nativos no dia 25 de agosto. A valorização é diretamente impulsionada pelo mercado de derivativos, onde os contratos em aberto dobraram para US$ 278 milhões. Diferente dos demais projetos da lista, o XMR não possui um evento agendado para o próximo mês.

A rede Hyperliquid (HYPE) registrou um novo topo acima de US$ 86, destinando parte significativa de suas taxas para recompras. Contudo, o ativo enfrentará um desbloqueio de US$ 1,2 bilhão no dia 29 de setembro, liberando tokens onde quase a metade é destinada aos membros internos do projeto.

Principais catalisadores para as altcoins em setembro

A Uniswap (UNI) atingiu um recorde histórico de queima de taxas em agosto, com US$ 8,9 milhões processados após a ativação da versão v4. O rumo do token no curto prazo dependerá da votação do CLARITY Act no Senado dos EUA, prevista para meados do mês, que precisa de 60 votos para aprovação.

A Solana (SOL) teve a proposta SIMD-0550 aprovada em 28 de agosto, dobrando sua desinflação anual para 30%, no mesmo dia em que o ETF da Bitwise cruzou US$ 1 bilhão em ativos. O próximo marco é a atualização Transaction V1 em 9 de setembro, que triplicará o tamanho máximo das transações.

Apesar do avanço do ativo em direção à resistência de US$ 114, a Solana registrou uma queda trimestral de 44% nas taxas da rede. Essa divergência entre gráfico e fundamentos exige atenção contínua do mercado ao acompanhar a movimentação dessas altcoins em setembro.